by Mark Tonra
. Caminhando "Fiel à República, à liberdade, à democracia, ao socialismo e, sobretudo, fiel a Portugal e ao povo português" Manuel alegre .
terça-feira, julho 31, 2007
sábado, julho 21, 2007
Vindimas...
O ar de sabor a vindimas faz e fará sempre parte de mim,
impregnava-se-nos na roupa, tudo ali sabia, latejava, gritava vindimas.
Lembro desse ar envolver tudo e todos,
desde o bebé ao mestre idoso da casa.
Lembra o sabor das vindimas
os olhos dos homens e mulheres
trabalhando arduamente sob um sol de Setembro,
enquanto nós miúdos saltitavamos entre eles
nas correrias até à figueira, ou à casa das alfaias.
Lembra o sabor das vindimas
o rosto doce de meu avô, mestre idoso da casa.
Lembra o sabor das vindimas
o olhar azul sereno de minha avó,
a sua caixa de botões,
o cheiro do seu cabelo branco.
Lembra o sabor das vindimas
a imagem de um passado que desejo presente.
impregnava-se-nos na roupa, tudo ali sabia, latejava, gritava vindimas.
Lembro desse ar envolver tudo e todos,
desde o bebé ao mestre idoso da casa.
Lembra o sabor das vindimas
os olhos dos homens e mulheres
trabalhando arduamente sob um sol de Setembro,
enquanto nós miúdos saltitavamos entre eles
nas correrias até à figueira, ou à casa das alfaias.
Lembra o sabor das vindimas
o rosto doce de meu avô, mestre idoso da casa.
Lembra o sabor das vindimas
o olhar azul sereno de minha avó,
a sua caixa de botões,
o cheiro do seu cabelo branco.
Lembra o sabor das vindimas
a imagem de um passado que desejo presente.
sábado, julho 14, 2007
Eu

Sou complicada!? Certo.
E depois!?
Quero lá saber se há quem não goste. Eu sou assim, amo-me assim mesmo.
Claro que entro muitas vezes em conflito comigo mesma. Mas que importa!? Isto é comigo. Quem não gosta é favor deixar na beira, sem estragar, para que quem venha a seguir possa aproveitar (canso-me de dizer isto, mas parece que não levam muito a sério).
Na verdade, sei aceitar estas minhas diferenças. Afinal não me custa assim tanto conviver comigo mesma. Basta tentar.
Vai um xupa-xupa?
Queriam, "né"? Pois eu também.
sábado, julho 07, 2007
Anoitecer
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Momentos como este fazem-me pensar que tudo pode ser diferente, simples, sem "ses" sem "mas" apenas ali. Ali para poder contemplar, na mais profunda abertura do ser, a simplicidade do aroma da maresia que transporta os sentidos.
Porto dos Carneiros - 2007
Lagoa
Foto by eu mesma
terça-feira, julho 03, 2007
Estudo sobre o céu
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Por vezes consigo captar estes momentos.
Madeira - 2006
Bem, na verdade, foi mesmo a máquina fotográfica e sem querer.
Foto by: eu mesma
É isso
Estou com gravíssimas dificuldades de concentração naquilo que realmente é essencial.
Ando às voltas e nada.
Possa, mas é mesmo nada.
Nada se passa.
É claro que tenho um sapo verde no meu blog e até gosto dele, é fofo, carinhoso e tem uma paciência enorme (assim como eu). Quanto ao caracol, amo-o. É vê-lo ali quietinho só mexendo as antenas para manter o equilíbrio (persistente como eu).
Parece-me que ter um sapo e um caracol aqui no meu blog passou a fazer todo o sentido.
Já agora, não se esqueçam de salvar o priolo, o cagárro, o canário, o melro negro, as baleias, o sapo, o caracol e bichos afins.
Também queria saber se alguém estaria interessado num gatinho? (Sei de quem gostaria de ter um, mas, Gucci, terás de esperar pelo próximo que se atravessar no teu caminho.)
Ando às voltas e nada.
Possa, mas é mesmo nada.
Nada se passa.
É claro que tenho um sapo verde no meu blog e até gosto dele, é fofo, carinhoso e tem uma paciência enorme (assim como eu). Quanto ao caracol, amo-o. É vê-lo ali quietinho só mexendo as antenas para manter o equilíbrio (persistente como eu).
Parece-me que ter um sapo e um caracol aqui no meu blog passou a fazer todo o sentido.
Já agora, não se esqueçam de salvar o priolo, o cagárro, o canário, o melro negro, as baleias, o sapo, o caracol e bichos afins.
Também queria saber se alguém estaria interessado num gatinho? (Sei de quem gostaria de ter um, mas, Gucci, terás de esperar pelo próximo que se atravessar no teu caminho.)
segunda-feira, julho 02, 2007
"fingir que está tudo bem: o corpo rasgado e vestido com roupa passada a ferro, rastos de chamas dentro do corpo, gritos desesperados sob as conversas: fingir que está tudo bem: olhas-me e só tu sabes: na rua onde os nossos olhares se encontram é noite: as pessoas não imaginam: são tão ridículas as pessoas, tão desprezíveis: as pessoas falam e não imaginam: nós olhamo-nos: fingir que está tudo bem: o sangue a ferver sob a pele igual aos dias antes de tudo, tempestades de medo nos lábios a sorrir: será que vou morrer?, pergunto dentro de mim: será que vou morrer?, olhas-me e só tu sabes: ferros em brasa, fogo, silêncio e chuva que não se pode dizer: amor e morte: fingir que está tudo bem: ter de sorrir: um oceano que nos queima, um incêndio que nos afoga."
José Luis Peixoto
José Luis Peixoto
sexta-feira, junho 29, 2007
Hoje sinto-me assim
Acabar com momentos introspectivos e já.Hoje estou que nem posso… Mas é sexta-feira, é suposto sentir-me mais leve, mais qualquer coisa que não sinto.
(Pausa prolongada)
Agora até fiquei preocupada.
Querem ver que eu mudei esta semana?
A verdade é que mudei, mudo um pouco todos os dias. Uns dias sapo, outros dias caracol, outros “sapo/caracol”, se bem que na maior parte dos dias sou “sapo/caracol”. Esta última hipótese é bem mais flexível e ajudará todos aqueles que, diariamente, têm a obrigação de lidar comigo (tenho de lhes aliviara tensão). Este meu lado humanista… bem “C’o caneco” vou passar adiante.
quinta-feira, junho 28, 2007
Goethe
sábado, junho 16, 2007
Os abstémios
Abstémio é um ser cinzento, tido como meio para o esquisito, de ter “a mania de”, é sempre olhado de lado, ser sem graça, que não sabe “alinhar” com a malta nos shots.
Abstémio é o tal consumidor de água, de sumos naturais e gasificados. É aquele para quem preparam uns cocktails sem álcool como forma de serem integrados.
OS ABSTÉMIOS TÊM DE SER INTEGRADOS ( é o pensamento dominante entre a classe bar-man).
Imagine-se a cena:
O abstémio entra num bar, aproxima-se lentamente do balcão, estudando a melhor forma de solicitar algo fresco, pois o calor aperta (de salientar que o ar condicionado daquele bar encontrava-se “em reparação”).
O abstémio habituou-se a ser visto de lado nos bares e em outros locais de diversão nocturna onde predomina o consumo de bebidas alcoólicas.
Há algo que o abstémio ouve constantemente:
- Epá, mas tu não bebes nada?
O abstémio acena com a cabeça e mostra o seu “copito de leite”.
E a tal pergunta é novamente colocada e desta vez enfatizada, com a coisa da malta e dos copos... do beber e tal.
- Co caneco! Mas esse copo de água está a parecer-te um rocaz guisado ou quê? – será a resposta nua e crua de um abstémio.
Realmente são um pouco estranhos esses seres que não consomem bebidas alcoólicas só porque não lhes apetece. (Felcom, um rocaz?!!! Co caneco.)
Admito, sou abstémia.
Abstémio é o tal consumidor de água, de sumos naturais e gasificados. É aquele para quem preparam uns cocktails sem álcool como forma de serem integrados.
OS ABSTÉMIOS TÊM DE SER INTEGRADOS ( é o pensamento dominante entre a classe bar-man).
Imagine-se a cena:
O abstémio entra num bar, aproxima-se lentamente do balcão, estudando a melhor forma de solicitar algo fresco, pois o calor aperta (de salientar que o ar condicionado daquele bar encontrava-se “em reparação”).
O abstémio habituou-se a ser visto de lado nos bares e em outros locais de diversão nocturna onde predomina o consumo de bebidas alcoólicas.
Há algo que o abstémio ouve constantemente:
- Epá, mas tu não bebes nada?
O abstémio acena com a cabeça e mostra o seu “copito de leite”.
E a tal pergunta é novamente colocada e desta vez enfatizada, com a coisa da malta e dos copos... do beber e tal.
- Co caneco! Mas esse copo de água está a parecer-te um rocaz guisado ou quê? – será a resposta nua e crua de um abstémio.
Realmente são um pouco estranhos esses seres que não consomem bebidas alcoólicas só porque não lhes apetece. (Felcom, um rocaz?!!! Co caneco.)
Admito, sou abstémia.
sexta-feira, junho 15, 2007
O prometido é devido
Tinha prometido algo sobre as bebidas alcoólicas... e como o prometido é devido.
Para reflectir
As bebidas alcoólicas têm por objectivo engrupir o cérebro.
Já li, nem sei bem onde, algo do tipo: “Bebo para ficar mal, se fosse para ficar bem tomava medicamento!” acho que será melhor reflectir sobre isso, cérebro mais engrupido este que produziu tal pensamento.
Sobre bebidas alcoólicas já basta.
Para reflectir
As bebidas alcoólicas têm por objectivo engrupir o cérebro.
Já li, nem sei bem onde, algo do tipo: “Bebo para ficar mal, se fosse para ficar bem tomava medicamento!” acho que será melhor reflectir sobre isso, cérebro mais engrupido este que produziu tal pensamento.
Sobre bebidas alcoólicas já basta.
quinta-feira, maio 31, 2007
Escrever qualquer coisa
O objectivo é escrever algo por aqui, mas, para não variar, falta aquele jeito. A tal inspiração. (Talvez se acender um cigarro ela venha.)
(A acender um daqueles que todos tentam combater até com leis.)
Um casal amigo meu foi até Sevilha (Sevilla) (e vou aprender como se escreve isso em grego :) ). Claro, trouxeram-me de lá um isqueiro. Digam lá como é que poderiei ter aqueles pensamentos mórbidos sobre deixar de fumar? Incentivam-me o vício ( ;) boa desculpa). A verdade, a verdade mesmo é que adoro o meu cigarro. Acendê-lo pela manhã ao mesmo tempo que tomo um café é algo indescritível. Aquela sensação de partilha num acordar, que só eu e o meu cigarro conhecemos (claro que também o cusco do café!). Inalar o seu fumo, vê-lo desaparecer por entre os meus dedos é algo que ultrapassa qualquer legislação.
Não pretendo fazer aqui a apologia do tabaco, na verdade só quero que me deixem fumar em paz. Não é pedir muito, pois não?
Não condeno, de forma alguma, quem não fuma, mas isso é inquestionável. E de que têm direito a um espaço sem fumo, também é inquestionável. Mas, por favor, procurem outros cafés que não aqueles que eu frequento. Felcom, tenho direito, por força da tradição, aos meus espaços de fumo.
Expliquem-me que piada terá uma tasca sem fumo?
Penso que se deveriam preocupar mais com o consumo de alcool. Esse sim, destruiu e destroi lares todos os dias. É vê-los despedaçados.
Mas não, parece-me que acordaram e tiveram de tirar à sorte um dos vício para implicarem. E logo teve de calhar a sorte ao tabaco. Claro que no saco das sortes o único vício que lá estava era, precisamente, o tabaco. Sim, sim, pois o alcool até dá jeito (e um dia deste colocarei aqui a justificação desta minha afirmação (agora rimei, serei poeta? : ) ).
(Isto hoje não correu nada bem : )
(A acender um daqueles que todos tentam combater até com leis.)
Um casal amigo meu foi até Sevilha (Sevilla) (e vou aprender como se escreve isso em grego :) ). Claro, trouxeram-me de lá um isqueiro. Digam lá como é que poderiei ter aqueles pensamentos mórbidos sobre deixar de fumar? Incentivam-me o vício ( ;) boa desculpa). A verdade, a verdade mesmo é que adoro o meu cigarro. Acendê-lo pela manhã ao mesmo tempo que tomo um café é algo indescritível. Aquela sensação de partilha num acordar, que só eu e o meu cigarro conhecemos (claro que também o cusco do café!). Inalar o seu fumo, vê-lo desaparecer por entre os meus dedos é algo que ultrapassa qualquer legislação.
Não pretendo fazer aqui a apologia do tabaco, na verdade só quero que me deixem fumar em paz. Não é pedir muito, pois não?
Não condeno, de forma alguma, quem não fuma, mas isso é inquestionável. E de que têm direito a um espaço sem fumo, também é inquestionável. Mas, por favor, procurem outros cafés que não aqueles que eu frequento. Felcom, tenho direito, por força da tradição, aos meus espaços de fumo.
Expliquem-me que piada terá uma tasca sem fumo?
Penso que se deveriam preocupar mais com o consumo de alcool. Esse sim, destruiu e destroi lares todos os dias. É vê-los despedaçados.
Mas não, parece-me que acordaram e tiveram de tirar à sorte um dos vício para implicarem. E logo teve de calhar a sorte ao tabaco. Claro que no saco das sortes o único vício que lá estava era, precisamente, o tabaco. Sim, sim, pois o alcool até dá jeito (e um dia deste colocarei aqui a justificação desta minha afirmação (agora rimei, serei poeta? : ) ).
(Isto hoje não correu nada bem : )
sábado, maio 26, 2007
Tem algo parecido mais em baixo
Estou aqui há horas a ver se consigo pensar em algo para colocar aqui. Mas, lá está, porque será que me dou a esse trabalho? (ao trabalho de pensar!)
Na verdade pareço o gato ali do lado :S é só tabaco.
E por falar em tabaco. Acabei de recordar a cena de terem tirado do mercado algumas marcas de tabaco porque continham monóxido de carbono nas 10 mg. Lembro-me de me ter revoltado nessa altura. Mas que coisa. Eram apenas 10mg! Sim, umas míseras 10mg de monóxido de carbono. Senti-me uma bomba prestes a explodir, ainda por cima estava a fumar uma dessas ditas marcas "proibidas". (claro que não deixei de a fumar de imediato, mas a verdade é que deixei, paulatinamente, de a comprar)
Pareceu-me e parece-me hipocrisia essa coisa das 10mg, dos locais públicos onde é proibido dar um grande trago no nosso cigarro logo a seguir ao maravilhoso e cremoso café. Mas a questão da dita hipocrisia é que parte da porcaria do imposto do tabaco é direccionada para a saúde.
Co caneco! Na saúde???? Então? Convém sermos realistas. Se as pessoas passarem a fumar menos donde virá o capital para a saúde???
E digam-me cá uma coisa, será que farão como nos EUA? Aumenta-se os níveis de nicotina no tabaco, não se informa o consumidor e ficaremos ainda mais agarrados.
Se bem que… essa “cena” de ficarmos agarrados dará um bom negócio para a indústria farmacêutica. É sério. Então vejamos, lá tem daquelas coisas que supostamente ajudam fumadores a deixarem o tal vício que sustenta a saúde. Hummm agora fiquei preocupada.
Vejamos:
1º
- parte do imposto é investido na saúde;
- é proibido fumar, logo (segundo aquelas maravilhosas cabeças) menos pessoas fumarão;
- consequência – falta de fundos públicos para investir na saúde.
2º
- indústria tabaqueira aumenta níveis de nicotina para não perder os clientes que já tem e agarrar bem os potenciais clientes que ainda possa vir a ter.
- consequência – mais e novos cancros de pulmões, da laringe, do esófago; do estômago e acreditem que ainda irão estabelecer um paralelo com o cancro da mama.
3º
- indústria farmacêutica possui aquelas coisas para ajudar a deixar o tal vício que contribui para a saúde.
- consequência: (como é proibido fumar e alguns tentaram deixar o vício – tal como eu tentei) aumento da venda daqueles produtos de deixar de fumar (que na realidade estavam ao fundo do depósito a ocupar o espaço das aspirinas); com os mais e novos cancros, aumento de venda de determinados medicamentos (e também da aspirina) logo grandes lucros para esta indústria.
DÚVIDA: SERÁ QUE A INDÚSTRIA FARMACEUTICA INVESTIRÁ METADE DAS TAIS RECEITAS, DOS TAIS BENDITOS PRODUTOS, NA SAÚDE?
INFORMAÇÃO: A aspirina serve para nos esvairmos em sangue, assim se pretender algo parecido com a morte por esvaziamento é melhor não considerar a aspirina, pois temos mais água no organismo que sangue (será? - na dúvida mantenha o charme ).
(Estou zonza, o melhor é fumar mais um cigarro.)
Na verdade pareço o gato ali do lado :S é só tabaco.
E por falar em tabaco. Acabei de recordar a cena de terem tirado do mercado algumas marcas de tabaco porque continham monóxido de carbono nas 10 mg. Lembro-me de me ter revoltado nessa altura. Mas que coisa. Eram apenas 10mg! Sim, umas míseras 10mg de monóxido de carbono. Senti-me uma bomba prestes a explodir, ainda por cima estava a fumar uma dessas ditas marcas "proibidas". (claro que não deixei de a fumar de imediato, mas a verdade é que deixei, paulatinamente, de a comprar)
Pareceu-me e parece-me hipocrisia essa coisa das 10mg, dos locais públicos onde é proibido dar um grande trago no nosso cigarro logo a seguir ao maravilhoso e cremoso café. Mas a questão da dita hipocrisia é que parte da porcaria do imposto do tabaco é direccionada para a saúde.
Co caneco! Na saúde???? Então? Convém sermos realistas. Se as pessoas passarem a fumar menos donde virá o capital para a saúde???
E digam-me cá uma coisa, será que farão como nos EUA? Aumenta-se os níveis de nicotina no tabaco, não se informa o consumidor e ficaremos ainda mais agarrados.
Se bem que… essa “cena” de ficarmos agarrados dará um bom negócio para a indústria farmacêutica. É sério. Então vejamos, lá tem daquelas coisas que supostamente ajudam fumadores a deixarem o tal vício que sustenta a saúde. Hummm agora fiquei preocupada.
Vejamos:
1º
- parte do imposto é investido na saúde;
- é proibido fumar, logo (segundo aquelas maravilhosas cabeças) menos pessoas fumarão;
- consequência – falta de fundos públicos para investir na saúde.
2º
- indústria tabaqueira aumenta níveis de nicotina para não perder os clientes que já tem e agarrar bem os potenciais clientes que ainda possa vir a ter.
- consequência – mais e novos cancros de pulmões, da laringe, do esófago; do estômago e acreditem que ainda irão estabelecer um paralelo com o cancro da mama.
3º
- indústria farmacêutica possui aquelas coisas para ajudar a deixar o tal vício que contribui para a saúde.
- consequência: (como é proibido fumar e alguns tentaram deixar o vício – tal como eu tentei) aumento da venda daqueles produtos de deixar de fumar (que na realidade estavam ao fundo do depósito a ocupar o espaço das aspirinas); com os mais e novos cancros, aumento de venda de determinados medicamentos (e também da aspirina) logo grandes lucros para esta indústria.
DÚVIDA: SERÁ QUE A INDÚSTRIA FARMACEUTICA INVESTIRÁ METADE DAS TAIS RECEITAS, DOS TAIS BENDITOS PRODUTOS, NA SAÚDE?
INFORMAÇÃO: A aspirina serve para nos esvairmos em sangue, assim se pretender algo parecido com a morte por esvaziamento é melhor não considerar a aspirina, pois temos mais água no organismo que sangue (será? - na dúvida mantenha o charme ).
(Estou zonza, o melhor é fumar mais um cigarro.)
terça-feira, maio 15, 2007
Sei lá...
Estou irrequieta. Nem sei bem o que tenho. Aprece-me algo… não sei bem o quê, mas apetece-me.
Acho que esta coisa de estar de “ausente” deve ser positivo. Mas também acho que tenho de pensar nisso um pouco mais. Estas coisas de positivo têm sempre o seu lado negativo. É aquela cena do Yin Yang. Ainda vou saber quem andou a espalhar isto.
Treta, hoje só me dá para treta. Contudo, parece-me que se salva a do priolo (não o priolo).
Por falar em priolo, lembrei-me agora dos cagárros. Sim aqueles bichos, também com penas e asas, que passam a vida a “gritar” perto do mar, nas encostas.
Se bem me lembro no ano passado andavam a salvar cagárros. Recordo ter ouvido isso no rádio “SALVEM OS CAGÁRROS”.
Mas que coisa!!!!!!!!!!!!
Porque é que só se lembram de salvar algo quando esse algo está em vias de extinção?
Com esta cena da extinção recordei das baleias e da música do Roberto Carlos. Não sou fã, mas aquela música sempre me fez ficar triste.
Vá, agora estou triste…
O melhor é parar de escrever por aqui, não vão começar a saltar “peixinhos” dos meus olhos.
Acho que esta coisa de estar de “ausente” deve ser positivo. Mas também acho que tenho de pensar nisso um pouco mais. Estas coisas de positivo têm sempre o seu lado negativo. É aquela cena do Yin Yang. Ainda vou saber quem andou a espalhar isto.
Treta, hoje só me dá para treta. Contudo, parece-me que se salva a do priolo (não o priolo).
Por falar em priolo, lembrei-me agora dos cagárros. Sim aqueles bichos, também com penas e asas, que passam a vida a “gritar” perto do mar, nas encostas.
Se bem me lembro no ano passado andavam a salvar cagárros. Recordo ter ouvido isso no rádio “SALVEM OS CAGÁRROS”.
Mas que coisa!!!!!!!!!!!!
Porque é que só se lembram de salvar algo quando esse algo está em vias de extinção?
Com esta cena da extinção recordei das baleias e da música do Roberto Carlos. Não sou fã, mas aquela música sempre me fez ficar triste.
Vá, agora estou triste…
O melhor é parar de escrever por aqui, não vão começar a saltar “peixinhos” dos meus olhos.
Priolo
Soube que estavam em extinção… Fiquei até preocupada. Depois reflecti um pouco e decidi colocar um priolo por aqui.Não vá o diabo tecê-las e eles desaparecerem mesmo.
Na verdade aconteceu-me algo um pouco estranho. Estava eu, no carro, a sair de um jardim, (sim de carro a poluir um jardim, era eu sim senhor) e vi um pássaro. Estranhei o facto de ele estar de óculos escuros e de casaco à tropa, estranhei ainda mais ele estar a assobiar para o ar. Então, decidi perguntar o que se passava. Aproximei-me devagar, mas muito devagar, também a assobiar, como quem não quer a coisa, e disse:
- Eh, pássaro dos óculos escuros!!
- Estas a falar para mim? – retorquiu ele.
- Não estou a falar com aquele melro negro que está ali adiante a comer uma minhoca. – respondi eu. – Claro que é contigo! Diz-me cá porque estás assim vestido e de óculos escuros?
- Estou disfarçado! – disse ele, olhando com um ar muito nervoso para um lado e para o outro.
- Porquê? – insisti.
- Epá porque dizem que estou em vias de extinção. Vá que me encontram por aqui, vá que descobrem que eu sou eu? e me metem numa gaiola? Hum? hum? já pensaste nisso? Hum? hum? – respondeu-me com aquele ar de quem sabe do que fala.
Com esta limitei-me a acenar a cabeça com um ar de concordância e regressei ao carro.
(Esperavam um fim diferente? Pois eu também.)
sábado, março 24, 2007
O outro "EU"
Há muito que não passo por aqui... que não abro uma janela e deixo entrar o sol...
Nunca tive muito jeito para colocar em palavras o que penso ou o que sinto. Acho que isso se deve ao facto do meu pensamento ser constantemente perturbado por alucinações pouco divinas (ora aqui está um exemplo de como ele funciona).
Quando criei este blog nem tinha um objectivo para ele, criei por criar... talvez como uma forma de tentar expor um pouco de "eu"... não propriamente eu, mas aquele outro "eu" que há em mim. Provavelmente é esse outro "eu" que me faz vir aqui, mesmo que seja de "tempos em tempos", "de quando em vez".
(Fiz uma breve pausa.)
Considerei muito. Tenho de levar este outro "eu" ao psicanalista.
Nunca tive muito jeito para colocar em palavras o que penso ou o que sinto. Acho que isso se deve ao facto do meu pensamento ser constantemente perturbado por alucinações pouco divinas (ora aqui está um exemplo de como ele funciona).
Quando criei este blog nem tinha um objectivo para ele, criei por criar... talvez como uma forma de tentar expor um pouco de "eu"... não propriamente eu, mas aquele outro "eu" que há em mim. Provavelmente é esse outro "eu" que me faz vir aqui, mesmo que seja de "tempos em tempos", "de quando em vez".
(Fiz uma breve pausa.)
Considerei muito. Tenho de levar este outro "eu" ao psicanalista.
sábado, fevereiro 24, 2007
Não me apetece colocar título :|
O objectivo era arejar isto por aqui.
Mas não está fácil.
As tais palavras andam perdidas.
Já agora, se souberem delas, se as virem passar por aí, digam, por favor (fica bem pedir por favor) que estou aqui no mesmo lugar e que sinto muito a falta delas.
Na realidade o que me falta mesmo é o jeito.
Jeito seja para o que for.
Poderia andar aqui a transcrever uns poemas (ficaria bem). Ou então, também poderia escrever umas anedotas (se bem que já me disseram que para isso não tenho muito jeito - a tal falta de jeito).
Também poderia colocar uma imagem. Até que tenho algumas fotos bem engraçadas (mas com muita falta de jeito).
Afinal é tudo uma questão de jeito.
Mas não está fácil.
As tais palavras andam perdidas.
Já agora, se souberem delas, se as virem passar por aí, digam, por favor (fica bem pedir por favor) que estou aqui no mesmo lugar e que sinto muito a falta delas.
Na realidade o que me falta mesmo é o jeito.
Jeito seja para o que for.
Poderia andar aqui a transcrever uns poemas (ficaria bem). Ou então, também poderia escrever umas anedotas (se bem que já me disseram que para isso não tenho muito jeito - a tal falta de jeito).
Também poderia colocar uma imagem. Até que tenho algumas fotos bem engraçadas (mas com muita falta de jeito).
Afinal é tudo uma questão de jeito.
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