Audição comentada de algumas peças de música para orquestra e para piano.25 de Junho, às 18h00
Auditório da BNP
ENTRADA LIVRE
. Caminhando "Fiel à República, à liberdade, à democracia, ao socialismo e, sobretudo, fiel a Portugal e ao povo português" Manuel alegre .
Audição comentada de algumas peças de música para orquestra e para piano.

O discurso do Presidente da República gera polémica apenas àqueles que procuram sempre uma forma promover a discórdia, de fomentar a dissonância.
O conceito “Dia da raça” tem de ser recuperado e a ele dado o sentido natural. Não como indicador ou promotor do racismo, ou da supremacia racica, mas sim como recuperador do sentimento Português, do ser Portugês, da Alma Portuguesa que ficou perdida a algures.
in: http://www.ica.org/en/2009/06/03/archivists-around-world-celebrate-international-archives-day-june-9-2009
Com que voz chorarei meu triste fado,
que em tão dura paixão me sepultou.
que mor não seja a dor que me deixou
o tempo, de meu bem desenganado.
Mas chorar não estima neste estado
aonde suspirar nunca aproveitou.
triste quero viver, pois se mudou
em tristeza a alegria do passado.
De tanto mal, a causa é amor puro,
devido a quem de mim tenho ausente,
por quem a vida e bens dele aventuro.
Com que voz chorarei meu triste fado,
que em tão dura paixão me sepultou.
que mor não seja a dor que me deixou
o tempo, de meu bem desenganado.
Luís Vaz de Camões

A letra cantada pela Diva:
Gaivota
Se uma gaivota viesse
Trazer-me o céu de lisboa
No desenho que fizesse,
Nesse céu onde o olhar
É uma asa que não voa,
Esmorece e cai no mar.
Que perfeito coração
No meu peito bateria,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração.
Se um português marinheiro,
Dos sete mares andarilho,
Fosse quem sabe o primeiro
A contar-me o que inventasse,
Se um olhar de novo brilho
No meu olhar se enlaçasse.
Que perfeito coração
No meu peito bateria,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração.
Se ao dizer adeus à vida
As aves todas do céu,
Me dessem na despedida
O teu olhar derradeiro,
Esse olhar que era só teu,
Amor que foste o primeiro.
Que perfeito coração
Morreria no meu peito,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde perfeito
Bateu o meu coração.
Alexandre O'Neill
O BRAILLE EM PORTUGAL
