domingo, fevereiro 21, 2010

Ilha da Madeira

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Em homenagem aos madeirenses


Curral das Freiras

Este lugar marcou-me pela beleza, pela coragem dos homens que ali habitam, pela força da natureza que se faz sentir.

Cidade do Funchal (vista do mar)

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Ser ou não ser

Qualquer coisa está podre no Reino da Dinamarca.
Se os novos partem e ficam só os velhos
e se do sangue as mãos trazem a marca
se os fantasmas regressam e há homens de joelhos
qualquer coisa está podre no Reino da Dinamarca.

Apodreceu o sol dentro de nós
apodreceu o vento em nossos braços.
Porque há sombras na sombra dos teus passos
há silêncios de morte em cada voz.

Ofélia-Pátria jaz branca de amor.
Entre salgueiros passa flutuando.
E anda Hamlet em nós por ela perguntando
entre ser e não ser firmeza indecisão.

Até quando? Até quando?

Já de esperar se desespera. E o tempo foge
e mais do que a esperança leva o puro ardor.
Porque um só tempo é o nosso. E o tempo é hoje.
Ah se não ser é submissão ser é revolta.
Se a Dinamarca é para nós uma prisão
e Elsenor se tornou a capital da dor
ser é roubar à dor as próprias armas
e com elas vencer estes fantasmas
que andam à solta em Elsenor.


Manuel Alegre

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

A minha linda terra

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Foto by: eu mesma

sábado, fevereiro 06, 2010

A minha linda terra

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A minha linda terra

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sexta-feira, fevereiro 05, 2010

A minha linda terra

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quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Cogumelos

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terça-feira, fevereiro 02, 2010

Angela Ponte - EKIS III


Foi com enorme prazer que abri o Açoriano Oriental, de ontem, e deparei-me com esta notícia que aqui vos deixo.

Mais uma vez um açoriano a surgir e a marcar a diferença.

A Angela bem sabe que eu tenho alguma dificuldade em perceber essa composição, bem que ela tentou explicar a coisa em si (e as palavras que deixa a todos no AO expressam também isto).

Uma das coisas que me disse foi “estás muito longe daquilo que se anda a fazer ao nível da composição aos dias de hoje”, e eu, como é claro, tive de concordar. Mas não deixei de expressar a minha incapacidade de assimilar essas novas composições.

Ouvi, e voltei a ouvir o que ela tinha no myspace, pois enviou-me o link e pediu-me para o fazer. Como sou uma querida ouvi, mas a verdade é que não consegui compreender, nem sentir.

Ontem pedi-lhe que me desse um autógrafo e que me arranjasse uns bilhetes, à borla, para assistir à sua peça EKIS III, que será executada pela orquestra da Fundação Caloust Gulbenkian.

Agora é sempre em frente.

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

...

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sábado, janeiro 30, 2010

quinta-feira, janeiro 28, 2010

A minha ilha

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O Henrique

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quarta-feira, janeiro 27, 2010

Desmaterialização – Parte II

Voltando ao assunto da desmaterialização (sim, pois eu sou muito chata).

Parece-me que a questão ainda poderá ir mais longe. E este post será dedicado à reflexão sobre as possíveis responsabilidades sobre o assunto.

Ora vejamos, no século XV Gutenberg, grande vulto tecnológico de então (na altura era chamado de Bill Gates), o que fez de tão valioso foi deixar de utilizar a madeira (material usado pelos chineses) para a impressão, passando os caracteres para chumbo fundido, que permitiu a reutilização dos mesmos.

Posto isto, e assim sendo, e tentando aprofundar a coisa, é que… não me lembro de se terem colocado questões de materialização ou desmaterialização!? Nem mesmo quando inventou a prensa tipográfica se colocaram grandes questões sobre a durabilidade do suporte e a conservação da Informação (pelo menos nada de assim tão transcendente).

Recuando ainda mais um pouco, e se dermos uma espreitadela sobre a descoberta e a evolução do papel, também não vejo qualquer inquietação de maior (claro que houve perturbações psicológicas e os mercadores do papiro não gostaram muito da brincadeira).

Mas, se recuarmos mais um pouco ainda, assim bastante mais (por favor) encontramos o ponto fulcral da questão na pré-história da humanidade (sim pois houve mais vida antes do homem – mas sobre essa não abordarei neste post).

Voltemos a ponderar. Há muito, muito tempo, há muitos milhões de anos, o homem lembrou-se de materializar as sensações, os feitos, a Informação que pretendia transmitir e fazer perdurar para as futuras gerações, assim nasceram o que denominam de “pinturas rupestres”, que eu prefiro as chamar de informação pré-histórica (sinto-me melhor assim).

Assim, e após estas breves linhas, parece-me que a questão da responsabilidade da desmaterialização não tem nada a ver com a mesma, mas sim com a materialização da Informação. Logo, se hoje em dia anda-se a atirar grandes chavões, como “desmaterialização processual”, a responsabilidade foi do primeiro homem que se lembrou de materializar a Informação nas benditas paredes e afins.

NOTA: da próxima vez que escrever algo sobre a desmaterialização prometo que serei mais clara, e que abordarei a questão sem qualquer brincadeira.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Desmaterialização

Muito se tem ouvido, falado, conjecturado sobre a questão da desmaterialização. Umas vezes, é a desmaterialização processual, outras vezes é a desmaterialização do documento, e outras vezes mais é apenas desmaterialização. Mas todas as vezes é utilizado como um grande chavão e sinónimo de modernidade, actualidade.

Eis uma pequena frase tão elucidativa:
“(…) progressiva desmaterialização dos processos […], evitando a circulação do processo físico em papel (…)”
in: http://www.asjp.eu/siteanterior/congressos/7congresso_comunicacao02.doc (acedido em 20100122)

Consideremos, ou melhor, pensemos.

MATÉRIA “Em física, matéria (vem do latim materia, substância física) é qualquer coisa que possui massa, ocupa lugar no espaço (física) e está sujeita a inércia. A matéria é aquilo que existe, aquilo que forma as coisas e que pode ser observado como tal; é sempre constituída de partículas elementares com massa não-nula (como os átomos, e em escala menor, os prótons, nêutrons e elétrons).”
In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria (acedido em 20100122)

Parece-me que existe aqui algo que não está muito correcto.

Desmaterializar é fazer desaparecer a matéria, certo? Então desmaterializar um documento ou um processo é fazê-lo desaparecer, extinguir-se, deixar de existir. Logo desmaterializar é tornar imaterial. (Desmaterializar é eliminar – inspiração de revisão).

Consideremos ainda, imaterial é o contrário de matéria, é a não-matéria, algo incorpóreo.

Agora, expliquem-me lá a razão de se afirmar, defender, discutir a desmaterialização dos processos ou dos documentos, ou documental (como queiram chamar).

Se a desmaterialização processual, se a desmaterialização do documento depende somente do facto da informação passar a estar em formato electrónico, e não no tradicional suporte papel, então não me parece que se possa estar a falar em desmaterializar seja do que for. É que servidores, racks, dados, bites e bytes fazem parte dessa nova existência, dessa nova realidade, o mundo electrónico, o mundo digital, que é bem real - é matéria. Estou a desmaterializar o quê, afinal?

O simples facto de se estar perante um outro suporte, que não o tradicional papel, não é sinónimo de desmaterialização. É única e exclusivamente uma mudança de suporte.

Esta reflexão deixou-me exausta.

Acredito que para alguns (para não dizer muitos), mas não para todos, a questão de bites, bytes, racks e servidores e afins é ainda algo que pertence à ficção.
Pois…
A verdade é que não é, a verdade é que eles estão aí.

Tomemos aqui um pequeno exercício:
1. Os servidores, computadores e coisas assim são o suporte, o papel, o pergaminho e coisas assim
2. Os bites, bytes, zeros e uns e coisas assim são as canetas, os caracteres da máquina de escrever, as penas de pato e pavão.
3. A informação… pois… essa é sempre INFORMAÇÂO.


Expliquem-me, novamente, essa coisa da desmaterialização processual, da desmaterialização do documento!?

A natureza em macro

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Foto by: eu mesma

Mais cogumelos

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quinta-feira, janeiro 21, 2010

Cogumelos

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A natureza em macro

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domingo, janeiro 10, 2010

Cores e texturas da Praça

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Cores e texturas da Praça

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sábado, janeiro 09, 2010

Cores da Praça

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Cores da Praça

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sexta-feira, janeiro 08, 2010

Cores da Praça

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Cores da Praça

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Neve no Pico


Foto by: autor desconhecido (pelo menos por mim)
Colaboração de: Guida, Ana e Paulo (filho da Ana) (...)

quarta-feira, janeiro 06, 2010

A minha Ilha

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Templo

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terça-feira, janeiro 05, 2010

Entardecer

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Manuel Alegre a Presidente da República Portuguesa

Não é novidade, para quem me conhece, a admiração que nutro pelo homem, pelo idealista, pelo político, pelo poeta, pelo humanista…

Também não é novidade que um dos meus sites favoritos é o do próprio.

Assim, foi com enorme entusiasmo abri aquele site e pude verificar o apoio dado pelo Sr. Presidente do Governo dos Açores, Carlos César, à candidatura de Manuel Alegre a Presidente da República Portuguesa.

Se em 2006 o resultado obtido por Manuel Alegre foi estonteante, tendo apenas o apoio de um movimento cívico independente, o resultado para 2011 será histórico, caso concretize-se a sua candidatura.


Relembro, o que jamais esqueço:

"Aquilo que conseguimos, contra tudo e contra todos, foi um milagre cívico.
Ficou claro que há mais espaço para a cidadania para além dos partidos.
Espero que os jovens que participaram na campanha continuem esta luta.
A esquerda perdeu e como homem de esquerda estou solidário."


Manuel Alegre - blog Algarve Jovem

segunda-feira, janeiro 04, 2010

Portuguese Culture

Projecto da Biblioteca Nacional Digital com o objectivo de permitir o acesso livre, através da internet, a traduções em língua inglesa de obras de autores portugueses, assim como de outras obras (em inglês) que abordem temas da cultura portuguesa e sobre Portugal.

Biblioteca Nacional de Portugal