O objectivo é escrever algo por aqui, mas, para não variar, falta aquele jeito. A tal inspiração. (Talvez se acender um cigarro ela venha.)
(A acender um daqueles que todos tentam combater até com leis.)
Um casal amigo meu foi até Sevilha (Sevilla) (e vou aprender como se escreve isso em grego :) ). Claro, trouxeram-me de lá um isqueiro. Digam lá como é que poderiei ter aqueles pensamentos mórbidos sobre deixar de fumar? Incentivam-me o vício ( ;) boa desculpa). A verdade, a verdade mesmo é que adoro o meu cigarro. Acendê-lo pela manhã ao mesmo tempo que tomo um café é algo indescritível. Aquela sensação de partilha num acordar, que só eu e o meu cigarro conhecemos (claro que também o cusco do café!). Inalar o seu fumo, vê-lo desaparecer por entre os meus dedos é algo que ultrapassa qualquer legislação.
Não pretendo fazer aqui a apologia do tabaco, na verdade só quero que me deixem fumar em paz. Não é pedir muito, pois não?
Não condeno, de forma alguma, quem não fuma, mas isso é inquestionável. E de que têm direito a um espaço sem fumo, também é inquestionável. Mas, por favor, procurem outros cafés que não aqueles que eu frequento. Felcom, tenho direito, por força da tradição, aos meus espaços de fumo.
Expliquem-me que piada terá uma tasca sem fumo?
Penso que se deveriam preocupar mais com o consumo de alcool. Esse sim, destruiu e destroi lares todos os dias. É vê-los despedaçados.
Mas não, parece-me que acordaram e tiveram de tirar à sorte um dos vício para implicarem. E logo teve de calhar a sorte ao tabaco. Claro que no saco das sortes o único vício que lá estava era, precisamente, o tabaco. Sim, sim, pois o alcool até dá jeito (e um dia deste colocarei aqui a justificação desta minha afirmação (agora rimei, serei poeta? : ) ).
(Isto hoje não correu nada bem : )
. Caminhando "Fiel à República, à liberdade, à democracia, ao socialismo e, sobretudo, fiel a Portugal e ao povo português" Manuel alegre .
quinta-feira, maio 31, 2007
sábado, maio 26, 2007
Tem algo parecido mais em baixo
Estou aqui há horas a ver se consigo pensar em algo para colocar aqui. Mas, lá está, porque será que me dou a esse trabalho? (ao trabalho de pensar!)
Na verdade pareço o gato ali do lado :S é só tabaco.
E por falar em tabaco. Acabei de recordar a cena de terem tirado do mercado algumas marcas de tabaco porque continham monóxido de carbono nas 10 mg. Lembro-me de me ter revoltado nessa altura. Mas que coisa. Eram apenas 10mg! Sim, umas míseras 10mg de monóxido de carbono. Senti-me uma bomba prestes a explodir, ainda por cima estava a fumar uma dessas ditas marcas "proibidas". (claro que não deixei de a fumar de imediato, mas a verdade é que deixei, paulatinamente, de a comprar)
Pareceu-me e parece-me hipocrisia essa coisa das 10mg, dos locais públicos onde é proibido dar um grande trago no nosso cigarro logo a seguir ao maravilhoso e cremoso café. Mas a questão da dita hipocrisia é que parte da porcaria do imposto do tabaco é direccionada para a saúde.
Co caneco! Na saúde???? Então? Convém sermos realistas. Se as pessoas passarem a fumar menos donde virá o capital para a saúde???
E digam-me cá uma coisa, será que farão como nos EUA? Aumenta-se os níveis de nicotina no tabaco, não se informa o consumidor e ficaremos ainda mais agarrados.
Se bem que… essa “cena” de ficarmos agarrados dará um bom negócio para a indústria farmacêutica. É sério. Então vejamos, lá tem daquelas coisas que supostamente ajudam fumadores a deixarem o tal vício que sustenta a saúde. Hummm agora fiquei preocupada.
Vejamos:
1º
- parte do imposto é investido na saúde;
- é proibido fumar, logo (segundo aquelas maravilhosas cabeças) menos pessoas fumarão;
- consequência – falta de fundos públicos para investir na saúde.
2º
- indústria tabaqueira aumenta níveis de nicotina para não perder os clientes que já tem e agarrar bem os potenciais clientes que ainda possa vir a ter.
- consequência – mais e novos cancros de pulmões, da laringe, do esófago; do estômago e acreditem que ainda irão estabelecer um paralelo com o cancro da mama.
3º
- indústria farmacêutica possui aquelas coisas para ajudar a deixar o tal vício que contribui para a saúde.
- consequência: (como é proibido fumar e alguns tentaram deixar o vício – tal como eu tentei) aumento da venda daqueles produtos de deixar de fumar (que na realidade estavam ao fundo do depósito a ocupar o espaço das aspirinas); com os mais e novos cancros, aumento de venda de determinados medicamentos (e também da aspirina) logo grandes lucros para esta indústria.
DÚVIDA: SERÁ QUE A INDÚSTRIA FARMACEUTICA INVESTIRÁ METADE DAS TAIS RECEITAS, DOS TAIS BENDITOS PRODUTOS, NA SAÚDE?
INFORMAÇÃO: A aspirina serve para nos esvairmos em sangue, assim se pretender algo parecido com a morte por esvaziamento é melhor não considerar a aspirina, pois temos mais água no organismo que sangue (será? - na dúvida mantenha o charme ).
(Estou zonza, o melhor é fumar mais um cigarro.)
Na verdade pareço o gato ali do lado :S é só tabaco.
E por falar em tabaco. Acabei de recordar a cena de terem tirado do mercado algumas marcas de tabaco porque continham monóxido de carbono nas 10 mg. Lembro-me de me ter revoltado nessa altura. Mas que coisa. Eram apenas 10mg! Sim, umas míseras 10mg de monóxido de carbono. Senti-me uma bomba prestes a explodir, ainda por cima estava a fumar uma dessas ditas marcas "proibidas". (claro que não deixei de a fumar de imediato, mas a verdade é que deixei, paulatinamente, de a comprar)
Pareceu-me e parece-me hipocrisia essa coisa das 10mg, dos locais públicos onde é proibido dar um grande trago no nosso cigarro logo a seguir ao maravilhoso e cremoso café. Mas a questão da dita hipocrisia é que parte da porcaria do imposto do tabaco é direccionada para a saúde.
Co caneco! Na saúde???? Então? Convém sermos realistas. Se as pessoas passarem a fumar menos donde virá o capital para a saúde???
E digam-me cá uma coisa, será que farão como nos EUA? Aumenta-se os níveis de nicotina no tabaco, não se informa o consumidor e ficaremos ainda mais agarrados.
Se bem que… essa “cena” de ficarmos agarrados dará um bom negócio para a indústria farmacêutica. É sério. Então vejamos, lá tem daquelas coisas que supostamente ajudam fumadores a deixarem o tal vício que sustenta a saúde. Hummm agora fiquei preocupada.
Vejamos:
1º
- parte do imposto é investido na saúde;
- é proibido fumar, logo (segundo aquelas maravilhosas cabeças) menos pessoas fumarão;
- consequência – falta de fundos públicos para investir na saúde.
2º
- indústria tabaqueira aumenta níveis de nicotina para não perder os clientes que já tem e agarrar bem os potenciais clientes que ainda possa vir a ter.
- consequência – mais e novos cancros de pulmões, da laringe, do esófago; do estômago e acreditem que ainda irão estabelecer um paralelo com o cancro da mama.
3º
- indústria farmacêutica possui aquelas coisas para ajudar a deixar o tal vício que contribui para a saúde.
- consequência: (como é proibido fumar e alguns tentaram deixar o vício – tal como eu tentei) aumento da venda daqueles produtos de deixar de fumar (que na realidade estavam ao fundo do depósito a ocupar o espaço das aspirinas); com os mais e novos cancros, aumento de venda de determinados medicamentos (e também da aspirina) logo grandes lucros para esta indústria.
DÚVIDA: SERÁ QUE A INDÚSTRIA FARMACEUTICA INVESTIRÁ METADE DAS TAIS RECEITAS, DOS TAIS BENDITOS PRODUTOS, NA SAÚDE?
INFORMAÇÃO: A aspirina serve para nos esvairmos em sangue, assim se pretender algo parecido com a morte por esvaziamento é melhor não considerar a aspirina, pois temos mais água no organismo que sangue (será? - na dúvida mantenha o charme ).
(Estou zonza, o melhor é fumar mais um cigarro.)
terça-feira, maio 15, 2007
Sei lá...
Estou irrequieta. Nem sei bem o que tenho. Aprece-me algo… não sei bem o quê, mas apetece-me.
Acho que esta coisa de estar de “ausente” deve ser positivo. Mas também acho que tenho de pensar nisso um pouco mais. Estas coisas de positivo têm sempre o seu lado negativo. É aquela cena do Yin Yang. Ainda vou saber quem andou a espalhar isto.
Treta, hoje só me dá para treta. Contudo, parece-me que se salva a do priolo (não o priolo).
Por falar em priolo, lembrei-me agora dos cagárros. Sim aqueles bichos, também com penas e asas, que passam a vida a “gritar” perto do mar, nas encostas.
Se bem me lembro no ano passado andavam a salvar cagárros. Recordo ter ouvido isso no rádio “SALVEM OS CAGÁRROS”.
Mas que coisa!!!!!!!!!!!!
Porque é que só se lembram de salvar algo quando esse algo está em vias de extinção?
Com esta cena da extinção recordei das baleias e da música do Roberto Carlos. Não sou fã, mas aquela música sempre me fez ficar triste.
Vá, agora estou triste…
O melhor é parar de escrever por aqui, não vão começar a saltar “peixinhos” dos meus olhos.
Acho que esta coisa de estar de “ausente” deve ser positivo. Mas também acho que tenho de pensar nisso um pouco mais. Estas coisas de positivo têm sempre o seu lado negativo. É aquela cena do Yin Yang. Ainda vou saber quem andou a espalhar isto.
Treta, hoje só me dá para treta. Contudo, parece-me que se salva a do priolo (não o priolo).
Por falar em priolo, lembrei-me agora dos cagárros. Sim aqueles bichos, também com penas e asas, que passam a vida a “gritar” perto do mar, nas encostas.
Se bem me lembro no ano passado andavam a salvar cagárros. Recordo ter ouvido isso no rádio “SALVEM OS CAGÁRROS”.
Mas que coisa!!!!!!!!!!!!
Porque é que só se lembram de salvar algo quando esse algo está em vias de extinção?
Com esta cena da extinção recordei das baleias e da música do Roberto Carlos. Não sou fã, mas aquela música sempre me fez ficar triste.
Vá, agora estou triste…
O melhor é parar de escrever por aqui, não vão começar a saltar “peixinhos” dos meus olhos.
Priolo
Soube que estavam em extinção… Fiquei até preocupada. Depois reflecti um pouco e decidi colocar um priolo por aqui.Não vá o diabo tecê-las e eles desaparecerem mesmo.
Na verdade aconteceu-me algo um pouco estranho. Estava eu, no carro, a sair de um jardim, (sim de carro a poluir um jardim, era eu sim senhor) e vi um pássaro. Estranhei o facto de ele estar de óculos escuros e de casaco à tropa, estranhei ainda mais ele estar a assobiar para o ar. Então, decidi perguntar o que se passava. Aproximei-me devagar, mas muito devagar, também a assobiar, como quem não quer a coisa, e disse:
- Eh, pássaro dos óculos escuros!!
- Estas a falar para mim? – retorquiu ele.
- Não estou a falar com aquele melro negro que está ali adiante a comer uma minhoca. – respondi eu. – Claro que é contigo! Diz-me cá porque estás assim vestido e de óculos escuros?
- Estou disfarçado! – disse ele, olhando com um ar muito nervoso para um lado e para o outro.
- Porquê? – insisti.
- Epá porque dizem que estou em vias de extinção. Vá que me encontram por aqui, vá que descobrem que eu sou eu? e me metem numa gaiola? Hum? hum? já pensaste nisso? Hum? hum? – respondeu-me com aquele ar de quem sabe do que fala.
Com esta limitei-me a acenar a cabeça com um ar de concordância e regressei ao carro.
(Esperavam um fim diferente? Pois eu também.)
sábado, março 24, 2007
O outro "EU"
Há muito que não passo por aqui... que não abro uma janela e deixo entrar o sol...
Nunca tive muito jeito para colocar em palavras o que penso ou o que sinto. Acho que isso se deve ao facto do meu pensamento ser constantemente perturbado por alucinações pouco divinas (ora aqui está um exemplo de como ele funciona).
Quando criei este blog nem tinha um objectivo para ele, criei por criar... talvez como uma forma de tentar expor um pouco de "eu"... não propriamente eu, mas aquele outro "eu" que há em mim. Provavelmente é esse outro "eu" que me faz vir aqui, mesmo que seja de "tempos em tempos", "de quando em vez".
(Fiz uma breve pausa.)
Considerei muito. Tenho de levar este outro "eu" ao psicanalista.
Nunca tive muito jeito para colocar em palavras o que penso ou o que sinto. Acho que isso se deve ao facto do meu pensamento ser constantemente perturbado por alucinações pouco divinas (ora aqui está um exemplo de como ele funciona).
Quando criei este blog nem tinha um objectivo para ele, criei por criar... talvez como uma forma de tentar expor um pouco de "eu"... não propriamente eu, mas aquele outro "eu" que há em mim. Provavelmente é esse outro "eu" que me faz vir aqui, mesmo que seja de "tempos em tempos", "de quando em vez".
(Fiz uma breve pausa.)
Considerei muito. Tenho de levar este outro "eu" ao psicanalista.
sábado, fevereiro 24, 2007
Não me apetece colocar título :|
O objectivo era arejar isto por aqui.
Mas não está fácil.
As tais palavras andam perdidas.
Já agora, se souberem delas, se as virem passar por aí, digam, por favor (fica bem pedir por favor) que estou aqui no mesmo lugar e que sinto muito a falta delas.
Na realidade o que me falta mesmo é o jeito.
Jeito seja para o que for.
Poderia andar aqui a transcrever uns poemas (ficaria bem). Ou então, também poderia escrever umas anedotas (se bem que já me disseram que para isso não tenho muito jeito - a tal falta de jeito).
Também poderia colocar uma imagem. Até que tenho algumas fotos bem engraçadas (mas com muita falta de jeito).
Afinal é tudo uma questão de jeito.
Mas não está fácil.
As tais palavras andam perdidas.
Já agora, se souberem delas, se as virem passar por aí, digam, por favor (fica bem pedir por favor) que estou aqui no mesmo lugar e que sinto muito a falta delas.
Na realidade o que me falta mesmo é o jeito.
Jeito seja para o que for.
Poderia andar aqui a transcrever uns poemas (ficaria bem). Ou então, também poderia escrever umas anedotas (se bem que já me disseram que para isso não tenho muito jeito - a tal falta de jeito).
Também poderia colocar uma imagem. Até que tenho algumas fotos bem engraçadas (mas com muita falta de jeito).
Afinal é tudo uma questão de jeito.
terça-feira, fevereiro 13, 2007
Palavras
Finalmente consegui voltar aqui.
Com um pouco mais de tempo (mas sem tempo)...
Com vontade de escrever, mas sem conseguir colocar em palavras o que vai no pensamento...
Faltam-me as PALAVRAS.
Com um pouco mais de tempo (mas sem tempo)...
Com vontade de escrever, mas sem conseguir colocar em palavras o que vai no pensamento...
Faltam-me as PALAVRAS.
sábado, janeiro 27, 2007
O frio
Este frio deixa-me preocupada.
Ainda por cima são necessárias duas noites consecutivas de 4 graus de temperatura mínima para que o plano de emergência seja activado e as portas das estações de metro e comboio abertas a quem não tem um tecto.
Vejamos bem, se por acaso numa das noites a temperatura mínima atingir 3 graus e na seguinte 5 graus, será que o tal plano de emergência é activado? É que fazendo a média, e note-se que este país é um país de médias (pois a moda e a mediana são um pouco mais difíceis de calcular), fazendo a tal média obtem-se 4 graus de temperatura mínima e o direito a um abrigo numa estação de metro ou afim. Será que esta hipótese é considerada?
Não me parece que esta possibilidade seja ponderada... por isso o melhor é continuar a acreditar nas equipes que andam no terreno a tentar dar algum conforto a quem tudo perdeu.
Ainda por cima são necessárias duas noites consecutivas de 4 graus de temperatura mínima para que o plano de emergência seja activado e as portas das estações de metro e comboio abertas a quem não tem um tecto.
Vejamos bem, se por acaso numa das noites a temperatura mínima atingir 3 graus e na seguinte 5 graus, será que o tal plano de emergência é activado? É que fazendo a média, e note-se que este país é um país de médias (pois a moda e a mediana são um pouco mais difíceis de calcular), fazendo a tal média obtem-se 4 graus de temperatura mínima e o direito a um abrigo numa estação de metro ou afim. Será que esta hipótese é considerada?
Não me parece que esta possibilidade seja ponderada... por isso o melhor é continuar a acreditar nas equipes que andam no terreno a tentar dar algum conforto a quem tudo perdeu.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
O tempo passa...
Já não vinha há algum tempo. Até parecia que o tinha abandonado.
Agora a questão é saber quando é que voltarei novamente...
Até mais logo.
Agora a questão é saber quando é que voltarei novamente...
Até mais logo.
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Os blogs abandonados...
Interessante foi ver que afinal a malta faz um blog por tudo e por nada.
Interessante é também verificar que passado pouco tempo, menos de 6 meses, esses blogs deixam de ser alimentados, porém continuam na blogosfera como se se tratassem de algo realmente importante. Isto não significa que o meu valha alguma coisa, no entanto abandoná-lo não é algo que me passe pela cabeça.
Interessante seria fazer-se um levantamento de blogs "abandonados" e colocá-los para adopção, atendendo ao facto de que um blog abandonado é um blog triste!
Fiquei seriamente preocupada com essas cenas dos abandonos na blogosfera. Pobres e tristes blogs abandonados à sua sorte, numa esfera onde tantos circulam... E se algum é atropelado? Ai! Não quero nem pensar.
Pobres blogs abandonados...
Interessante é também verificar que passado pouco tempo, menos de 6 meses, esses blogs deixam de ser alimentados, porém continuam na blogosfera como se se tratassem de algo realmente importante. Isto não significa que o meu valha alguma coisa, no entanto abandoná-lo não é algo que me passe pela cabeça.
Interessante seria fazer-se um levantamento de blogs "abandonados" e colocá-los para adopção, atendendo ao facto de que um blog abandonado é um blog triste!
Fiquei seriamente preocupada com essas cenas dos abandonos na blogosfera. Pobres e tristes blogs abandonados à sua sorte, numa esfera onde tantos circulam... E se algum é atropelado? Ai! Não quero nem pensar.
Pobres blogs abandonados...
terça-feira, dezembro 05, 2006
Greve dos CTT
Já é um pouco tarde, mas não pude deixar de vir.
Fiquei realmente preocupada com a greve dos CTT. Ainda atrasam o correio do Pai Natal e alguma criança ficará infeliz.
Mas aquilo era uma greve ou um encontro de amigos? Fiquei na dúvida e, neste caso, mantive o charme.
Depois, no noticiário, apresentam as percentagens de adesão à greve. Eis algo que ainda não consegui entender. O Sindicato afirma terem sido 70%, a entidade patronal aponta cerca de 31%. Será que não conseguem estar de acordo? Ainda estou para ver uma greve em que a percentagem de adesão apresentada seja um dado uno e de consenso.
Voltei a manter o charme...
Acho que antes demais o que deve ser feito é uma greve às "taxas de adesão da greve", a ver se ao menos nisto começam a estar de acordo.
No entanto, continuo preocupada com as cartas para o Pai Natal, facto este minimizado por saber que o Menino Jesus não precisa dessas coisas.
Fiquei realmente preocupada com a greve dos CTT. Ainda atrasam o correio do Pai Natal e alguma criança ficará infeliz.
Mas aquilo era uma greve ou um encontro de amigos? Fiquei na dúvida e, neste caso, mantive o charme.
Depois, no noticiário, apresentam as percentagens de adesão à greve. Eis algo que ainda não consegui entender. O Sindicato afirma terem sido 70%, a entidade patronal aponta cerca de 31%. Será que não conseguem estar de acordo? Ainda estou para ver uma greve em que a percentagem de adesão apresentada seja um dado uno e de consenso.
Voltei a manter o charme...
Acho que antes demais o que deve ser feito é uma greve às "taxas de adesão da greve", a ver se ao menos nisto começam a estar de acordo.
No entanto, continuo preocupada com as cartas para o Pai Natal, facto este minimizado por saber que o Menino Jesus não precisa dessas coisas.
quarta-feira, novembro 29, 2006
Por vezes sinto-me assim
As passadeiras da minha cidade
Estou danada.
As passadeiras da minha cidade dariam um filme...
Hoje, estava a ir almoçar e ao virar uma esquina na baixa vi uma moto a embater na traseira de um carro.
Facto foi que o carro teve de parar para dar passagem a um peão, sim, por incrivel que pareça o peão até estava na passadeira! De seguida a moto enfia-se na traseira do carro, pois pretendia entrar primeiro que eu na rua, algo que eu nem tentaria apertar (é hora de almoço e tento ser condescendente, pois o que pretendo é mesmo almoçar).
Resultado, embate.
Pensei que iria passar a hora de almoço a ver uma discussão interminável entre a condutora do carro e o do motociclo. Contudo, nada disto aconteceu, a senhora saiu calmamente do carro, olhou a traseira do mesmo e reparou que tinha sido apenas um encosto e que nada se havia partido. O condutor da moto, por seu lado, pediu logo desculpas e o assunto morreu ali mesmo, seguimos todos viagem.
Depois fui comentando o facto com uma amiga ao telemóvel (note-se que estava com auricular, daqueles sem fios que não atrapalham a condução) e fomos relatando a quantidade de passadeiras mal colocadas na minha cidade.
É incrivel, mas elas surgem onde menos esperamos. Veja-se o exemplo, mesmo perto de uma rotunda de 3 faixas existem passadeiras. Agora expliquem-me, por favor, como se evitam atropelamentos nas passadeiras se elas são colocadas à saída de rotundas? Ao virar de uma esquina com pouca visibilidade? Poderia passar a noite às voltas com as passadeiras mas não o farei, pois, agora, até já estou a pensar em outros casos caricatos. Ora aqui vai um exemplo: perto daquela mesma rotunda de 3 faixas, a poucos metros, mesmo antes da entrada para a mesma, existe uma paragem de mini-bus. Agora imaginem o caos que é em hora de ponta, quando o transito aperta naquela zona, que dá acesso a vários pontos e é elo de ligação com uma das principais saidas da minha cidade.
Acho que o que pretendem os responsáveis por tais atrocidades é testar a capacidade dos cidadãos de se controlarem.
- Vá tem calma! - passo a vida nisto para mim mesma, quando estou ao volante.
- Tem calma... Que calma?
Temos lá culpa de que quem anda a tomar essas decisões não tenha dois palmos de testa? Depois a culpa é dos condutores. Ai, que não respeitam nada nem ninguem...
Parece-me que tudo isso deverá ser ponderado. Claro que respeitamos, mais do que ninguem respeitamos. É ver-nos, tipo super-herois, a tentar evitar acidentes e mortes desnecessárias se algumas regras básicas, e do bom senso, fossem tidas em conta em relação às vias públicas.
As passadeiras da minha cidade dariam um filme...
Hoje, estava a ir almoçar e ao virar uma esquina na baixa vi uma moto a embater na traseira de um carro.
Facto foi que o carro teve de parar para dar passagem a um peão, sim, por incrivel que pareça o peão até estava na passadeira! De seguida a moto enfia-se na traseira do carro, pois pretendia entrar primeiro que eu na rua, algo que eu nem tentaria apertar (é hora de almoço e tento ser condescendente, pois o que pretendo é mesmo almoçar).
Resultado, embate.
Pensei que iria passar a hora de almoço a ver uma discussão interminável entre a condutora do carro e o do motociclo. Contudo, nada disto aconteceu, a senhora saiu calmamente do carro, olhou a traseira do mesmo e reparou que tinha sido apenas um encosto e que nada se havia partido. O condutor da moto, por seu lado, pediu logo desculpas e o assunto morreu ali mesmo, seguimos todos viagem.
Depois fui comentando o facto com uma amiga ao telemóvel (note-se que estava com auricular, daqueles sem fios que não atrapalham a condução) e fomos relatando a quantidade de passadeiras mal colocadas na minha cidade.
É incrivel, mas elas surgem onde menos esperamos. Veja-se o exemplo, mesmo perto de uma rotunda de 3 faixas existem passadeiras. Agora expliquem-me, por favor, como se evitam atropelamentos nas passadeiras se elas são colocadas à saída de rotundas? Ao virar de uma esquina com pouca visibilidade? Poderia passar a noite às voltas com as passadeiras mas não o farei, pois, agora, até já estou a pensar em outros casos caricatos. Ora aqui vai um exemplo: perto daquela mesma rotunda de 3 faixas, a poucos metros, mesmo antes da entrada para a mesma, existe uma paragem de mini-bus. Agora imaginem o caos que é em hora de ponta, quando o transito aperta naquela zona, que dá acesso a vários pontos e é elo de ligação com uma das principais saidas da minha cidade.
Acho que o que pretendem os responsáveis por tais atrocidades é testar a capacidade dos cidadãos de se controlarem.
- Vá tem calma! - passo a vida nisto para mim mesma, quando estou ao volante.
- Tem calma... Que calma?
Temos lá culpa de que quem anda a tomar essas decisões não tenha dois palmos de testa? Depois a culpa é dos condutores. Ai, que não respeitam nada nem ninguem...
Parece-me que tudo isso deverá ser ponderado. Claro que respeitamos, mais do que ninguem respeitamos. É ver-nos, tipo super-herois, a tentar evitar acidentes e mortes desnecessárias se algumas regras básicas, e do bom senso, fossem tidas em conta em relação às vias públicas.
sábado, novembro 25, 2006
Hoje é Sabado.
Para não variar quando acordei já passava das 9h. Claro que para mim isso já é tarde! E tudo porque não fui deitar cedo.
Ainda não percebi muito bem porque tem de haver o Sabado. Para descansar? Será? Ou será que isso é o que se faz no Domingo? Também não sei...
O que importa mesmo é que faço as coisas bem mais devagar.
Ao sair de casa para o café, olhei para o meu Pópó e decidi que teria de o ir lavar. Sim, precisava mesmo de lavar aquele carro. É que nem parece meu deixa-lo assim naquele estado lastimável.
- Que carro de porco! - pensei para comigo.
Fui deixar o carro a lavar. Aquele carro estava um nojo. Se caísse uma semente lá cresceria uma árvore, ou uma planta superior, tenho a certeza. Claro que avisei a quem iria proceder àquela higienização que colocasse umas luvas, pois não estava para pagar nenhuma indemnização por danos causados, muito menos custos hospitalares por potenciais intoxicações.
De seguida compras... mais compras... mais um café (claro).
Uma hora depois estava eu a dirigir-me para o local da lavagem. Ao longe vi algo a brilhar... Não queria acreditar... fiquei pasma mesmo, quando ao chegar perto vi que aquela matricula era a do meu carrito.
Sim, era o meu carro. Estava limpo, brilhava como uma estrela numa noite de céu sem qualquer nuvem.
Depois desse deslumbramento fiquei mesmo foi sem jeito algum. Tinha consciência do estado lastimável em que ele se tinha encontrado. Entrei e pedi-lhe mil perdões, cheguei mesmo a beijar o volante.
Ainda não percebi muito bem porque tem de haver o Sabado. Para descansar? Será? Ou será que isso é o que se faz no Domingo? Também não sei...
O que importa mesmo é que faço as coisas bem mais devagar.
Ao sair de casa para o café, olhei para o meu Pópó e decidi que teria de o ir lavar. Sim, precisava mesmo de lavar aquele carro. É que nem parece meu deixa-lo assim naquele estado lastimável.
- Que carro de porco! - pensei para comigo.
Fui deixar o carro a lavar. Aquele carro estava um nojo. Se caísse uma semente lá cresceria uma árvore, ou uma planta superior, tenho a certeza. Claro que avisei a quem iria proceder àquela higienização que colocasse umas luvas, pois não estava para pagar nenhuma indemnização por danos causados, muito menos custos hospitalares por potenciais intoxicações.
De seguida compras... mais compras... mais um café (claro).
Uma hora depois estava eu a dirigir-me para o local da lavagem. Ao longe vi algo a brilhar... Não queria acreditar... fiquei pasma mesmo, quando ao chegar perto vi que aquela matricula era a do meu carrito.
Sim, era o meu carro. Estava limpo, brilhava como uma estrela numa noite de céu sem qualquer nuvem.
Depois desse deslumbramento fiquei mesmo foi sem jeito algum. Tinha consciência do estado lastimável em que ele se tinha encontrado. Entrei e pedi-lhe mil perdões, cheguei mesmo a beijar o volante.
sexta-feira, novembro 24, 2006
quinta-feira, novembro 23, 2006
Hora de almoço
Tenho de ir almoçar.
Mas ainda estou a pensar onde poderei ir!
Penso, sinceramente, na hora de almoço como um desperdicio de tempo, se não fosse a fome que me corrói... se não fosse para ir arejar o cérebro...
Agora sei que almoçar tornou-se um hábito pouco social. É um corre-corre, apito daqui e apito dali, um empurrão e consigo, finalmente, chegar ao elevador.
Misturam-se os cheiros e a vontade de comer desaparece.
Acho que tenho de procurar na tabacaria um espaço e esperar que a tal fome surja novamente.
Mas ainda estou a pensar onde poderei ir!
Penso, sinceramente, na hora de almoço como um desperdicio de tempo, se não fosse a fome que me corrói... se não fosse para ir arejar o cérebro...
Agora sei que almoçar tornou-se um hábito pouco social. É um corre-corre, apito daqui e apito dali, um empurrão e consigo, finalmente, chegar ao elevador.
Misturam-se os cheiros e a vontade de comer desaparece.
Acho que tenho de procurar na tabacaria um espaço e esperar que a tal fome surja novamente.
quarta-feira, novembro 22, 2006
Achei que teria de começar por algum lado
Fiquei na dúvida... comecei por pensar... pensei... voltei a pensar... por fim desisti.
Mas irrequieta fiquei.
Não conseguia dormir a pensar em algo que tinha decidido deixar de pensar.
"Um blog" pensava eu...
Hoje decidi.
Não custa nada, basta que faças uns "clik's" e "tá lá".
Foi o que fiz.
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