Por um lado, as obras da Secretaria Regional da Habitação e Equipamentos que até incomodam muito pouco a circulação por aquele espaço. Claro que terei de habituar a minha visão à nova proposta paisagista, mas nada que me seja impossível de fazer, até porque, por vezes, as mudanças são necessárias.
Entre as máquinas está um golfinho a sorrir para a câmara fotográfica.
Por outro lado, a intervenção da Câmara Municipal de Ponta Delgada no que chamam de “Parque de estacionamento subterrâneo”.
Se no caso da SRHE a obra sempre esteve aberta a curiosos, já no caso da CMPD isto não aconteceu. Foi preciso muito esforço para conseguir umas imagens sobre o facto em si, e diga-se, apenas do lado que já está quase, quase pronto (isto deixa-me a pensar se aquilo é mesmo verdade ou se é apenas ficção).
Vista superior (CMPD)
Para mais, convém referir que há obras que me atrapalham e outras que nem tanto.
Esta inclinação é para ver se os autocarros começam a passar mais devagar.
Ora vejamos, a nova paisagem oferecida pela SRHE não implicou que eu deixasse de passear as rodas do meu carro pela avenida. Contudo, já as obras da CMPD, para além de me impedirem de passar pela avenida ainda congestionaram a circulação de viaturas na baixa da cidade.
Convenhamos que os percursos alternativos são caóticos, e isto para nem falar dos autocarros que impõem algum respeito, não só pelo tamanho, como também, pela velocidade com que passam por mim.
Estou aqui a pensar como reagiria se tivesse mais de 70 anos e necessitasse de utilizar a minha viatura para me deslocar à baixa. Sim, porque tenho de ir fazer umas análises clínicas, e aproveito gasto a pensão na farmácia mais perto, e porque o meu médico de família tem o consultório naquela rua estreita em que sempre enfio a bengala no empedrado mal colocado, e para aproveitar e levantar a encomenda com os produtos de 1ª necessidade que o meu enteado me manda por correio, que por ter mais de 2kg o carteiro não pode deixar em casa, e que se viesse para entregar ao domicílio seria muito mais caro e o meu enteado optava por não colocar a farinha com a qual faço o pão ao longo do mês.
Mas voltando à avenida. Agradeço à alma caridosa que me enviou algumas fotos sobre este espaço que durante anos foi de eleição para muitos e, penso, que voltará a ser para mais alguns.



















